A ordem foi aprovada pela Igreja Católica em 1129.
A principal função militar dos templários era ajudar os cristãos a retomarem o controle da Terra Santa (Jerusalém) tomada pelos muçulmanos.
A Ordem dos Templários existiu por dois séculos. Seus integrantes usavam uma cruz vermelha nos escudos e no manto branco que vestiam.
Os cavaleiros templários faziam votos de pobreza. O símbolo da ordem era formado por dois cavaleiros montado num cavalo.
Sob pressão do rei Filipe IV da França, preocupado com o aumento do poder dos templários, o papa Clemente V dissolveu a ordem em 1312.
Com o passar do tempo, a Ordem do Templo ficou riquíssima e muito poderosa: receberam várias doações de terras na Europa, ganharam enorme poder político, militar e econômico, o que acabou permitindo estabelecer uma rede de grande influência no continente.
Também começaram a ser admitidas na ordem, devido à necessidade de contingente, pessoas que não atendiam aos critérios que eram levados em conta no início. Logo, o fervor cristão, a vida austera e a vontade de defender os cristãos da morte deixaram de ser as motivações principais dos cavaleiros templários.
As derrotas sofridas pela ordem reforçaram a ideia, nos altos escalões do clero, de que os templários já não cumpriam sua missão de liberar e proteger os caminhos para Jerusalém. A principal derrota aconteceu em 1291, quando os muçulmanos conquistaram São João de Acre, a última cidade cristã na Terra Santa . Antes de tal ocorrido, o rei Filipe, o Belo havia solicitado sua entrada na ordem, porém, não foi aceito por se recusar à abdicar de sua riquezas e poderes, a partir desse momento começou sua perseguição à Ordem do Templo. Na noite de 18 de março de 1314, o rei Filipe, o Belo e o papa Clemente V mandaram Jacques DeMolay (último grão-mestre dos templários) e Guy D'Auvergnuie (seu preceptor) à fogueira.
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